quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Mais uma vez o mundo culpa Israel

Mais um conflito de Israel novamente com o Hamas. E a maioria das pessoas fica logo contra Israel, mas poucos entendem o que realmente se passa ali. Ficam só nas notícias dos jornais e nas propagandas anti-Israel. Na minha opinião, o mundo é antissemita antes e depois da fundação moderna do Estado de Israel. Egito e Jordânia dominaram por 22 anos a faixa de Gaza, e nunca cederam o território aos árabes para que eles criassem ali um Estado Palestino. Pois esse termo "Estado Palestino" era estranho aos árabes da região até os anos 1950, eles mesmos diziam que ali era apenas o sul da Síria. Só com o retorno dos judeus, que compraram terras na região que os árabes não queriam, porque era uma terra desolada, pantanosa e cheia de malária, é que se começou a falar nessa história de Palestina, de olho no progresso que os judeus trouxeram à região e reavivando seu ódio ancestral por eles. "Palestina" é citada apenas três vezes no Antigo Testamento, "Peleshef", e sempre se referiu à terra dos filisteus em Gaza, nunca a Judeia e Jerusalém. No ano 135 d. C, o imperador Adriano, indignado com mais uma revolta dos judeus, expulsou de vez os israelitas de Israel, mudou o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina (que não pegou) em honra a Júpiter, e o nome de Judeia para Palestina (que pegou), para descaracterizar a identidade judaica e ofender os judeus, com o nome da região dos seus inimigos, os filisteus. No século XX, durante a Segunda Guerra, até os judeus eram chamados de palestinos. No Exercito Britânico havia uma brigada chamada de “brigada palestina” só composta de judeus. Um dos primeiros jornais dos judeus também tinha Palestina no nome. Os judeus lutaram ao lado dos aliados, enquanto os árabes eram aliados de Hitler. Arafat, com seu grupo, lançou mão desse nome “Palestina” para criar um povo palestino, que não fala palestino, não tem cultura palestina nem religião palestina e nem etnia palestina, simplesmente porque esse povo não existe, eles são árabes de língua, etnia e religião árabes. Israel já fez de tudo para ter paz com eles, mas eles não querem paz, eles querem a destruição de Israel. Israel devolveu Gaza, eles não ficaram satisfeitos; Israel, quando Barak era premiê, ofereceu tudo por paz: Jerusalém como capital palestina e dinheiro para o novo Estado. Arafat ficou horrorizado em Camp David, jamais imaginou que Israel teria coragem de abrir mão de Jerusalém, tanto que nem fez uma contra proposta, deu as costas e foi embora, porque sabia que se fizesse paz com Israel seria morto, como foi Sadat. Porque eles não querem paz, eles querem guerra. Nunca, mesmo durante os acordos, o Hamas deixou de lançar mísseis contra Israel. Se os árabes depusessem as armas, Israel faria paz. Mas se Israel depusesse as suas, seria totalmente destruído. Pobre povo árabe que vive naquele território, pois seus líderes preferem que eles morram ou vivam em más condições para culpar Israel do que fazer aliança com os judeus que só querem ser deixados em paz. Não é à toa que Arafat morreu deixando milhões de dólares no banco doados para a “causa palestina”, enquanto seu povo não tinha nem saneamento básico. Mas pra que saneamento básico? Eles precisam culpar Israel até pela falta de esgoto.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Natureza Blue

Letra: Germano Silveira
Música: Mileno Cavalcante (guitarra), José Carlos Ribeiro (teclados), Alexandre Amoreira (bateria), Ney Fernandes (baixo), Germano Siveira (vocal)

Nessa estrada de dor
Me escondo do espelho
Mergulho no nada
Pra voltar a ser tudo

Fujo do mundo
Mas me levo comigo
Posso ser uma estrela
Ou então, meu pior inimigo

A vida é incerta, eu sei
Mas é certo que temos que viver
Pois um dia iremos morrer

Vejo um artista plástico
Cheio de plásticas
Mascarando sua dor
Pintando um quadro de amor

Mas que grande estupidez!
Um português que só fala inglês
Com um moribundo triste e estranho
Surdo mundo

Por que visto preto
Se o céu é azul
O mar é verde
E tudo... Natureza Blue?!
Natureza Blue!
Nem tudo é tão mal assim.
Natureza Blue!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A Tristeza e a Rocha


A tristeza é uma coisa que faz parte da vida. Não há como fugir dela. Mesmo para aqueles que tiveram um encontro com Deus algum dia e ainda caminham com Ele são assaltados pela tristeza. É impossível se desviar dela.

Mas há tristezas e tristezas. Há a tristeza da morte de um familiar, a tristeza de um amor perdido, a tristeza segundo o mundo e a tristeza segundo Deus. Sim, Deus também provoca tristeza.

Perder nossos pais é algo que já está incutido em nós desde a infância. Já crescemos sabendo que um dia os enterraremos. Mas quando chega o dia, a dor não é menor por já sabermos disso. E a tristeza é bastante profunda.

Perder um amor, alguém que fazia parte de nossos planos mais bonitos é algo que nos deixa num vazio enorme. Alguém que iluminava nossa vida de uma forma e, de repente, decide nos deixar na escuridão de sua ausência. Não é fácil. Na história humana, muitos caíram em desgraça por ter tido um amor desfeito. A tristeza os dominou e eles sucumbiram. Um amor desfeito já provocou suicídios e assassinatos no mundo. Infelizmente, perdi um amigo muito amado que se suicidou por um amor desfeito. A sua vida não pareceu mais fazer sentido.

A tristeza segundo o mundo é resultado de que nada que há no mundo, fama, poder, dinheiro, prazer podem preencher o vazio do coração humano. Eles entorpecem, disfarçam, anestesiam, encobrem enchendo de ruído, mas ao chegar o silêncio de um quarto privativo, aquele vácuo no peito estará lá. A tristeza segundo o mundo sempre leva à depressão, à desesperança e a morte. Não há em que se agarrar. Nem o materialismo com seu conforto e ambição. Países cuja justiça social têm elevado índice, como Suécia, Suíça, Noruega e até mesmo a França, os suicídios de seus cidadãos é algo assustador! O mundo é repleto de tristeza.

Certa vez, recebi o telefonema de uma prima pedindo que eu fosse orar por ela, pois vivia numa tristeza terrível. Entrei em sua mansão, atravessei o belo jardim, rodeei sua piscina com cascata e a encontrei no salão de festa. Ali estava alguém rico de bens materiais e de tristeza, mas pobre de alegria.

A tristeza segundo Deus é aquela que nos abre os olhos, que nos levanta, que nos faz avaliar as prioridades de nossa vida, nossos valores, nossos temores, e o que de fato queremos. Ela nos entristece para nos alegrar depois. A tristeza segundo Deus tem o propósito de salvar o homem da tristeza segundo o mundo. Ela provoca o reconhecimento de quão pecadores somos e do quanto precisamos ser salvos da tristeza deste mundo para um reino de alegria que começa dentro do nosso coração. Aqui mesmo na terra. Apesar das tristezas recorrentes.

A imagem que faço da tristeza sem Deus e com Deus é esta: a tristeza sem Deus é um rio que nos chega ao pescoço cujo leito é areia movediça, onde nossos pés afundam e as águas tristes nos engolem. A tristeza com Deus é a mesma imagem. Porém, sob nossos pés não há areia movediça, mas uma rocha onde nos apoiamos, sem afundar. As águas tristes sublinham nosso rosto, mas não nos tragam. E depois de algum tempo, apoiados na rocha, nos impulsionamos e saímos das águas das angústias. E logo, estamos de volta à margem daquele rio de tristeza que ameaçava nos engolir, mas nunca pôde. Pois sabíamos em que nos apoiávamos e quão forte era a pedra!

Já tive muitas tristezas na vida. Inclusive as citadas acima. Mas graças a Deus, meus pés estavam sempre na rocha, e fui livre de todas elas. E sei que sempre serei. E a Rocha é Cristo.